terça-feira, 12 de maio de 2009

Seduc inaugura extensão da EJA no presídio jaruense

A Representação da Seduc em Jaru realizou na tarde da última segunda-feira (11) a solenidade de inauguração da extensão da Educação para Jovens e Adultos (EJA) na Casa de Detenção de Jaru. A cerimônia contou com a presença da representante de Ensino no município, Aurita Libânio, do secretário Executivo Regional, Sílvio Pereira, da diretora do EJA de Jaru, Alessandra de Oliveira Martins e sua vice Vanusa Cordeiro, e do diretor do presídio jaruense, Elias Rezende.

Na oportunidade Aurita disse que a implantação da EJA no presídio se deu graças ao emprenho do diretor Elias e explicou aos detentos que irão cursar os ensinos Médio e Fundamental sobre o funcionamento do curso, que utilizará o sistema modular. “Acredito que vocês devam aproveitar esta oportunidade de concluir os seus estudos que, com certeza, não irão se arrepender”, declarou a representante, que disse ainda que os alunos que concluírem o Ensino Médio e tiverem domínio da didática, poderão ser contratados para dar aulas aos demais presos.

A diretora Alessandra disse que as professoras Ivana Augusta Cordeiro, Cássia Itajubá e Ana Regina França irão ministrar as disciplinas de Matemática, Ciências, Química, Geografia, História, Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Artes e aplicarão as provas, e que os alunos poderão concluir os ensinos Médio ou Fundamental em até dois anos de estudo.
Já o diretor da Casa de Detenção pediu aos detentos participantes que agradeçam à oportunidade e que não serão permitidas indisciplinas. Segundo Rezende, a juíza de Direito, Kerley Regina Ferreira de Alcântara, já declarou que irá estudar uma forma de estender o benefício de redução de pena aos detentos que estiverem cursando a EJA. Ele aproveitou para agradecer ao secretário Sílvio Pereira pela reforma na sala de aula do presídio e pelos ventiladores cedidos e à Aurita Libânio por ter atendido o seu pedido que, segundo ele, já pleiteava há cinco anos.
A Casa de Detenção de Jaru conta hoje com uma população carcerária de 148 detentos em regime fechado, além de outros 35 no semi-aberto e 25 deles já manifestaram o desejo de cursar a EJA.

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