terça-feira, 25 de novembro de 2008

Bridgestone patrocina o 3º GP Brasil de Golf

Única fornecedora de pneus da F1 sela parceria inédita com o GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer) - que recebeu parte da renda do torneio

São Paulo – 29 de outubro de 2008 - Pilotos de diferentes categorias do automobilismo nacional e internacional, além de convidados VIPs, jogaram golfe por uma boa causa. Na semana do GP Brasil de Fórmula 1, a Reunion Sports & Marketing realizou o ‘3º GP Bridgestone Brasil de Golf’. O evento aconteceu no Clube de Campo São Paulo. Parte da renda foi revertida para o GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer).

“Ao conhecermos a proposta da Reunion de realizar um evento de Golf para a geração de recursos ao Graacc, percebemos que poderia ser uma ótima oportunidade para unirmos diversos interesses, comenta Raul Viana, Diretor de Assuntos Corporativos da Bridgestone. A nossa expectativa é criar mais um evento tradicional na F1, gerando pautas interessantes para a imprensa e equipes, além de contribuir para com a causa de uma entidade de indiscutível importância, que é o Graacc”.

Sobre o GRAACC - O GRAACC (www.graacc.org.br) é uma organização sem fins lucrativos, criada com a missão de garantir às crianças e aos adolescentes com câncer, dentro do mais avançado padrão científico, o direito de alcançar todas as chances de cura com qualidade de vida. Realiza mensalmente uma média de 1.550 consultas médicas, 3.000 procedimentos ambulatoriais e 100 procedimentos cirúrgicos. Além do diagnóstico e tratamento do câncer infantil, o GRAACC atua no desenvolvimento do ensino e pesquisa, já que possui uma parceria com a equipe médica da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).

Sobre a Bridgestone - Com sede em Tóquio (Japão), a Bridgestone é a maior fabricante mundial de pneus, com vendas de US$ 29,7 bilhões em 2007. Emprega 134 mil funcionários no mundo e mantém operações em 26 países, com 182 fábricas, das quais 76 são fábricas de pneus e processos relacionados, 20 fábricas de matérias-primas e 86 fábricas de produtos diversos (autopeças, semicondutores, equipamentos para golf e tênis, bicicletas). No Brasil, a empresa gera 3.600 empregos diretos e produz pneus para todos os segmentos em suas fábricas de Santo André (SP) e de Camaçari (BA), que juntas atingem uma capacidade para produzir mais de 41 mil pneus/dia. Em 2007, faturou US$ 1 bilhão. Entre 2000 e 2007, a empresa investiu cerca de US$ 460 milhões para a expansão da sua produção e implantação de novos produtos e tecnologias, além da modernização de mais de 500 pontos de vendas distribuídos pelo país.

Programação:

09h00 às 11h00 – Coletiva Bridgestone
11h00 – Recepção e Brunch
12h30 – Início Shot Gun
18h00 – Coquetel
19h00 – Cerimônia de Premiação

MAIS INFORMAÇÕES
REUNION PRESS
Milla Delfino
milla@reunion.com.br/11.3848.8660
Fernanda Gonçalves
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Marinha Raupp defende criação de Rede de Biotecnologia para Amazônia

A criação da Rede de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal (BIONORTE) foi pauta de reunião da deputada Federal Marinha Raupp (PMDB-Rondônia), com o chefe de gabinete do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Alexandre Navarro e o assessor especial do Ministro da Integração Nacional, Neusvaldo Ferreira. Também estiveram presentes o Secretário de Política e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCT, Luiz Antonio Barreto de Castro e o Secretário Executivo do Ministério da Integração, Luiz Antônio Eiras.

Segundo a proposta discutida, a BIONORTE será composta pelas universidades da Amazônia, que poderão trabalhar na formação de recursos humanos com base científica sólida e na disseminação e produção de tecnologias, como a Fitoterapia (utilização de plantas em preparações farmacêuticas para auxílio ao tratamento de doenças). Segundo Marinha Raupp, a Rede será de grande importância para Amazônia, dará celeridade ao processo de desenvolvimento científico e tecnológico da região Amazônica, proporcionando melhorias na qualidade de vida da população.

A intenção é que a Rede possa integrar competências para o desenvolvimento de Projetos de Pesquisa, Inovação e Formação de doutores, com foco na Biodiversidade e Biotecnologia, visando gerar conhecimentos, processos e produtos que contribuam para o desenvolvimento sustentável da Região Amazônica. O objetivo é que a Amazônia tenha uma Rede de Biotecnologia, bem como o Nordeste, que possui a Rede Nordeste de Biotecnologia (RENORBIO), instituída em 2004 por meio de Portaria do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Durante a reunião, Marinha Raupp defendeu a participação da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) na Rede de Biotecnologia da Amazônia. Ela afirmou também que é preciso haver uma conjugação de esforços entre o poder público, a comunidade científica e a empresarial na implementação de projetos e formação de parcerias voltadas ao fortalecimento da ciência e tecnologia na região.

Ao final da reunião, foi informado à parlamentar rondoniense que o Ministério da Ciência e Tecnologia já encaminhou minuta de Portaria ao Ministério da Integração Nacional, que cria a Rede de Biotecnologia da Amazônia, definindo sua estrutura, operacionalização e parcerias. Isso porque, o Ministério da Integração desenvolve importantes programas para a Amazônia, podendo ser um grande parceiro para a BIONORTE. A expectativa é que a Rede possa ser implantada em breve.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Nova Lei do Estágio deve ser regulamentada

A nova Lei de Estágio, a 11.788/08, publicada em 25 de setembro de 2008, alterou as regras anteriores, que vigoravam desde 1977. “A antiguidade dessas regras demandava uma adequação aos tempos modernos, mas já existem muitas dúvidas sobre a aplicabilidade da nova Lei”, comenta a advogada de Direito do Trabalho Empresarial do escritório Correia da Silva Advogados, Gláucia Gregorio Ribeiro Pinto Montin.

Ela explica que as lacunas existentes na nova Lei de Estágio permitiram discussões acirradas sobre diversos pontos, como a redução da jornada, a inexistência de previsão de intervalo para refeição e descanso, o limite máximo de dois anos para os estágios, a aplicação da legislação relacionada à saúde e segurança do trabalho e até a fiscalização dos estágios e a abrangência da atuação do agente de integração.

O secretário de Políticas Públicas e Emprego do Ministério do Trabalho, Ezequiel Souza do Nascimento, apontou a necessidade de regulamentação da Lei, que ocorrerá através da publicação de uma instrução normativa ou decreto esclarecendo os pontos imprecisos. “Isso é essencial e urgente, considerando que o descumprimento da lei caracterizará vínculo de emprego do estagiário com a empresa concedente”, diz Gláucia.

Ela ressalta que, apesar da declaração do secretário, há uma grande preocupação nas empresas porque, enquanto essa regulamentação não acontece, a fiscalização do trabalho pode cobrar a regularização dos novos contratos, onde deve estar especificada a presença de um funcionário da empresa como orientador e de um professor orientador como responsáveis pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário, além da exigência de previsão do estágio na proposta pedagógica do curso. “Como a promulgação da Lei ocorreu quase no final do ano letivo, essa previsão pode não estar contida na grade curricular dos cursos”, lembra a advogada. “As instituições de ensino devem se adaptar aos termos da lei, com brevidade, a fim de não prejudicar as novas contratações”, afirma.

Fonte: Gláucia Gregorio Ribeiro Pinto Montin, advogada de Direito do Trabalho Empresarial do escritório Correia da Silva Advogados.

domingo, 23 de novembro de 2008

Estudantes de Jaru vencem Desafio Sebrae

PORTO VELHO - Na etapa de Rondônia do Desafio do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) 1.061 universitários de 240 equipes participaram. O vencedor desta fase representa o Estado na semi-final em São Paulo de 8 a 10 de novembro e concorre a oito vagas para a final em Brasília.

O primeiro lugar ficou para estudantes de Jaru,que não enviaram representantes. O segundo foi para a equipe Berna. O resultado frustou um pouco já que e a terceira vez que eles ficam na mesma colocação.

O jogo virtual simula a administração de uma empresa, estimula o empreendedorismo, a tomada de decisão e o trabalho em equipe. Para Oziel Soares, um dos participantes do grupo que ficou com o terceiro lugar o desafio acrescentou o conhecimento.

Rondônia recebe 20 bibliotecas Arca das Letras

PORTO VELHO - O Programa de Bibliotecas Rurais Arca das Letras será lançado em Rondônia na próxima segunda-feira (24), durante evento em Ji-Paraná, quando acontecerá a entrega de 20 bibliotecas para comunidades rurais de 12 municípios do Território da Cidadania Central. 

A ação é coordenada pela Delegacia Federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA/RO) e tem apoio do Colegiado Territorial do Território Central. O Programa também contou com a parceria da Eletrobrás Centrais Elétricas para doação dos móveis-bibliotecas, específicos para comunidades rurais. 

Bibliotecas
Até agora, Rondônia contava apenas com uma biblioteca Arca das Letras, instalada em 2006 no município de Nova Mamoré. Com este lote de bibliotecas, passam a ser beneficiados os municípios de Governador Jorge Teixeira, Jaru, Ji-Paraná, Mirante da Serra, Nova União, Ouro Preto do Oeste, Presidente Médici, Teixeirópolis, Theobroma, Urupá, Vale do Anari e Vale do Paraíso. 

As bibliotecas rurais Arca das Letras são administradas voluntariamente por moradores indicados pelas comunidades atendidas. Treinadas pelo MDA, estas pessoas se tornam agentes de leitura e ficam responsáveis pelas atividades da biblioteca. Os agentes de leitura defendem o acesso ao livro e ao conhecimento em suas comunidades.

Programa Arca das Letras
Criado em 2003 pelo Ministério, o programa Arca das Letras já instalou 5.732 bibliotecas rurais em mais de 1.700 municípios brasileiros. O número de beneficiados pelos mais de 1,2 milhão de livros distribuídos no País supera 700 mil famílias. Cerca de 12 mil agentes de leitura administram atualmente as bibliotecas, que são instaladas na casa de um morador indicado pela comunidade, ou na sede de uma associação rural.

O acervo é formado por livros didáticos, infanto-juvenis, adultos e especializados nas áreas de saúde, meio ambiente, educação, técnicas agrícolas e de pesca, entre outros assuntos escolhidos pelos moradores. Publicações que orientam o exercício da cidadania, como os Estatutos da Criança e do Adolescente, do Idoso, da Igualdade Racial, do Torcedor, a Lei Maria da Penha e a Constituição do Federal também fazem parte do acervo que tem cerca de 200 títulos.

Pirarucu da Amazônia é tema de festival em Rondônia

PORTO VELHO - O pirarucu, um dos peixes mais nobres da Amazônia, será tema de um festival gastronômico no município de Pimenta Bueno, (a 500 km da capital Porto Velho), nesta sexta-feira (21). A iniciativa visa despertar e estimular o consumo e também a variedade de pratos que se podem criar à base desse importante pescado regional.

O festival será realizado no parque de exposições agropecuárias e industriais de Pimenta Bueno, a partir das 20h. No jantar, serão servidos seis pratos diferentes com pirarucu da unidade de observação da agroindústria Só Peixe da Amazônia, referência em pesquisa no desenvolvimento da piscicultura na região.

- O festival será marcado por um jantar cuja meta é conscientizar o quanto a carne fresca do pirarucu de cativeiro é saborosa -, salienta Roberta Maria Figueiredo, gerente do escritório do Sebrae em Pimenta Bueno. Ela explica que este “será o primeiro evento do gênero, que servirá também para divulgar o projeto de criação do pirarucu de cativeiro de Rondônia.”

Abatido

Fruto do processo de despesca da piscigranja Só Peixe da Amazônia, o pirarucu utilizado no festival será abatido no Frigorífico Amazon Peixe, importante parceiro no desenvolvimento da piscicultura em Pimenta Bueno e região. “O abate será feito com todos os padrões de segurança”, garante Roberta Figueiredo.

Visita
Ao menos trezentos convidados participarão do evento – o jantar sairá a R$ 25 por pessoa –com bufê e acompanhamento. Nesta quinta-feira (20), gestores de piscicultura nos estados de Roraima, Amazonas, Tocantins e Amapá, autoridades municipais e de governos estaduais, que também irão ao jantar, visitaram o assentamento Eli Moreira, onde se desenvolve também processo de engorda de peixes, além das empresas Amazon Peixe e Só Peixe da Amazônia.

O grupo participará também de reuniões técnicas, que contarão com representantes de entidades de fomento ao desenvolvimento como Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e Superintendência do Desenvolvimento da Zona Franca de Manaus (Suframa).

Resumo histórico de Jaru

Jaru está situado no estado de Rondônia, no vale do rio Jaru. Sua população é de mais de 56.000 habitantes, seu clima equatorial e sua área de 2.909,6 km². O início da história da cidade se deu em torno de um dos postos telegráficos instalados na região, apesar de já haverem seringais e seringueiros antes disso no Vale do rio Jaru.

O nome do município foi dado em homenagem aos primeiros habitantes da região, os Jarus. A partir de 1975 iniciou-se a ocupação do vale que é lembrada nos dias de hoje, marcada pela instalação do Projeto Integrado de Colonização "Padre Adolpho Rohl", pelo Incra, para assentamentos de colonos oriundos principalmente das regiões Centro Sul do País.

O progresso ocorrido foi o desenvolvimento da cidade demográfica e economicamente, que resultou na elevação da área do projeto à categoria de município, em 1981.

sábado, 22 de novembro de 2008

aguarde

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